INIBIDORES DE ARGILAS REATIVAS: CAPACIDADE DE CONTROLE DE EXPANSÃO

Referencia Apresentador Autores
(Instituição)
Resumo
01-055
DANIELLY VIEIRA LUCENA LUCENA, D.V.(Instituto Federal da Paraíba); SOUTO, C.R.(UFCG); Rocha, C.O.(IFPB); De Melo, L.L.(IFPB); Andrade, J.S.(IFPB); Melo Neto, J.P.(IFPB); Os problemas de estabilidade de poços relacionados com o aumento do número de cenários de perfuração envolvendo formações reativas, nas quais é comum a presença de formações geológicas de perfuração difícil, como argilas expansíveis, é configurada como uma das principais dificuldades encontradas na operação de perfuração de poços de petróleo, tais problemas causados por a argila expansível vem do fato da mesma hidratar quando em contato com a água, resultando em aumento da distância interplanar basal. Este fenômeno é conhecido por expansão ou inchamento. O controle da expansão de tais formações argilosas é indispensável para a continuidade de uma atividade de perfuração segura e eficiente. Atualmente existem várias técnicas utilizadas para a análise do grau de inchamento de formações reativas. Este trabalho tem como objetivo averiguar a capacidade do controle da expansão de argilas bentoníticas expansíveis (Brasgel PA e Brasgel) com o uso de inibidores (sulfato de potássio, citrato de potássio e cloreto de potássio). Para tal foram realizadas os ensaios de Inchamento de Foster e análise do tempo de sucção capilar com auxílio do equipamento Capillary Suction Timer (CST). Os resultados obtidos mostraram que existe uma correlação entre o controle de inchamento e a natureza do inibidor, e que há redução contínua da expansão das formações reativas com o aumento da concentração do inibidor. Também foi observado em ambas os ensaios que a presença do inibidor de expansão conduz a uma diminuição drástica no valor de inchaço do volume analisado em relação ao ensaio realizado sem a presença deste aditivo.
<< Voltar