CONCRETOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL COM ADIÇÕES DE TERMOFIXOS

Referencia Apresentador Autores
(Instituição)
Resumo
13-018
Ana Carolina de Oliveira de Oliveira, A.(Universidade Federal de Alfenas); Lemos, V.V.(Universidade Federal de Alfenas); Lupianez, C.M.(Universidade Federal de Alfenas); Siqueira, A.S.(Universidade Federal de Alfenas); Leal Junior, A.C.(Universidade Federal de Alfenas); Maestrelli, S.C.(Universidade Federal de Alfenas); Grillo, R.F.(INSTITUTO FEDERAL SUL DE MINAS); Polímeros termofixos apresentam dificuldade na quebra de sua cadeia carbônica, tornando difícil sua reciclagem, o que ocasiona o acúmulo e/ou descarte destes materiais no meio ambiente. Esse trabalho investigou a viabilidade do reaproveitamento desses termofixos na formulação de concretos da construção civil, substituindo parcialmente os agregados. Após coleta dos polímeros em cooperativa de reciclagem, lavagem e moagem em moinho de facas, foi realizada a curva de distribuição granulométrica via peneiramento; determinando-se que o polímero seria inserido como agregado miúdo. Através de DSC comprovou-se que a maior parte do polímero é constituído de poliestireno. Foram produzidos corpos de prova substituindo-se 25% e 50% do agregado miúdo da formulação padrão por termofixo e 0,4% de aditivo superplastificante; estes foram caracterizados através de determinação do abatimento (Slump Test), determinação do tempo de início e fim de pega e tempo em aberto (método Vicat) e resistência mecânica à compressão aos 7, 14 e 28 dias. Os resultados foram comparados com uma formulação padrão, tendo apresentado menor resistência mecânica que o original, havendo tendência à segregação à medida em que se aumentou o teor de polímero na massa. Apesar das propriedades inferiores à padrão, as propriedades dos concretos obtidos estão dentro das normas da ABNT.
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