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Dias 22, 23 e 24 de outubro de 2014 Palace Hotel - Poços de Caldas - MG
Matheus Martini é Mestrando em Ciência e Engenharia de Materiais e Engenheiro de Materiais pela Universidade de São Paulo. Foi Pesquisador pela Buntech – Tecnologia em Insumos e atualmente é Assistente Técnico pela Togni S/A – Materiais Refratários. Atuou em diversos temas tais como: desenvolvimento de aglomerantes para pelotização, otimização de processos siderúrgicos, tecnologia de escórias de aciaria, difratometria de raios x na siderurgia, diagnósticos de revestimentos refratários na siderurgia e na indústria do alumínio, desenvolvimento de materiais e supervisão de montagem de revestimentos refratários.

Taner Augusto Maia é Engenheiro Civil e Pós-Graduado em Engenharia de Produção pela Pontíficia Universidade Católica de Minas Gerais. Há 8 anos é Assistente Técnico pela Togni S/A – Materiais Refratários, tendo atuado em treinamento e supervisão de montagem de fornos, prospecção de novos mercados, seleção e desenvolvimento de materiais.

 

Resistência à Corrosão de Materiais Não Formados Destinados aos Revestimentos dos Fornos de Fusão e Espera de Alumínio; Concepção dos Revestimentos e Técnicas de Manutenção

Matheus Martini; Taner Augusto Maia
TOGNI

Resumo
O desgaste de revestimentos refratários é inerente aos processos industriais aos quais estes materiais estão submetidos. Consequentemente, visando à maximização de campanha e minimização da manutenção de fornos, novas tecnologias e diversos produtos foram desenvolvidos ao longo das últimas décadas. Neste contexto, os materiais refratários, destinados a fornos de fusão e espera do alumínio, estão frequentemente expostos a altas temperaturas e variações, interações químicas e interações físicas com o ambiente (metal líquido e escória). O ciclo térmico é capaz de expor o revestimento à situação de corrosão sob tensão, induzindo à nucleação e/ou propagação de trincas que facilitam a infiltração e consequente maior interação com o revestimento. A corrosão é uma interação química que consiste, principalmente, na redução de óxidos do refratário para metais elementares que formam impurezas no banho de alumínio e formação de coríndon. A formação de coríndon pode acarretar a perda da eficiência térmica do forno, capacidade de produção, deformação da carcaça e até o colapso do revestimento. A corrosão pode ser influenciada, também, pela interface entre o líquido e o refratário. Este trabalho discute os fatores preponderantes da reação do alumínio líquido com novos materiais refratários concebidos e, para melhor elucidar, um novo ensaio e metodologia foram desenvolvidos. É abordada também, nesta publicação, a aplicação do novo material como revestimento de um forno de fusão de alumínio, sua campanha e o programa de manutenção adotado em muitas empresas de alumínio secundário.

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